quinta-feira, 23 de agosto de 2018

UFMA se recusa a oferecer vagas para o curso de medicina...

UFMA se recusa a oferecer vagas para o curso de medicina


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Estranhamente, enquanto o Brasil possui metade do número de médicos que efetivamente precisa, enquanto o país importa profissionais cubanos, a Universidade Federal do Maranhão – UFMA parece ir na contramão dos interesses sociais ao simplesmente não ofertar vagas ociosas no curso de maior concorrência na instituição.
Neste ano, a Universidade lançou mais um edital oferecendo vagas ociosas com exceção do curso de medicina, mais uma vez. Muito embora a resolução de numero 1. 175 do CONSEPE determine a obrigatoriedade da disponibilização dessas vagas. Contudo, ao pesquisar a disponibilidade em cada campus, observa-se turmas parcialmente preenchidas devido à alta evasão no curso de pinheiro, assim como no campus de imperatriz e São Luís.
O que mais nos impressiona é que, ao  pesquisar a disponibilidade de vagas nas turmas de cada campus, observa-se turmas parcialmente preenchidas devido aos altos índices de evasão que vem assolando a instituição nos últimos semestres.
Diante de tais injustiças, centenas de estudantes se uniram e realizaram uma série de denúncias ao MPF, obtendo como resposta o ARQUIVAMENTO DO CASO, devido à "incapacidade, por parte da UFMA, de comportar os alunos". Dessa forma, inúmeras indagações são fomentadas:
Se a Universidade não tem como receber os discentes, por qual motivo ocorreu a chamada regular do sisu em 2018?
O que tal órgão está fazendo com o dinheiro dos "alunos fantasmas", já que a verba do MEC vem todo semestre justamente para dar o aparato necessário às turmas?
A partir dos argumentos supracitados, a sociedade precisa de uma resposta plausível e o MPF tem que se posicionar  de forma firme para que o manto da injustiça não prevaleça mais uma vez nas condutas obscuras da Reitoria da UFMA.
Isso é o que todos nós esperamos !
Lutemos em prol do sonho de estudantes maranhenses que vencem diariamente as mazelas humanas do seu Estado. Lutemos para que a própria educação não tire dos jovens a oportunidade de estudar.

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