quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Contrução parada vem trazendo transtornos a comerciantes...

Pedreiras: Revoltados, comerciantes começam a destruir proteção da obra do calçadão


Uma construção iniciada há seis meses pela administração municipal, na Travessa Zeca Bayma (beco do Paraíba), continua trazendo transtornos aos comerciantes que tiveram a frente das lojas isoladas. O que seria um sonho, virou pesadelo. Ao invés da obra anunciada, que comportaria os camelôs, o local virou mais um monte de escombros em pleno centro comercial de Pedreiras.


Na manhã desta quarta-feira (13), revoltados com a situação e pela demora da obra, alguns comerciantes começaram a quebrar algumas tábuas que protegem as lojas da poeira. Segundo eles, para chamar à atenção da gestão municipal, através da secretaria de infraestrutura.

Essa é uma obra que parece que não houve planejamento nenhum. A prefeitura não dar uma satisfação pra gente, não sabemos o que está acontecendo; a gente não sabe nem quando vai começar e nem quando vai terminar. A empresa esteve aqui, colocou quatro funcionários que começou a fazer a obra errada, fora do projeto, tiveram que desfazer, e, agora está parada novamente.” Expressou sua indignação o comerciante Cláudio Morais.

Essa obra que iniciou aqui, já está com seis meses, e nada sai; a gente fica no comércio sem aparecer ninguém para comprar, por que fica com medo de passar por aqui. Fica difícil atrairmos clientes. Quero aproveitar e chamar à atenção das autoridades, que venham nos ajudar.” Disse o comerciante Airton.

Valdeci, é outro proprietário de loja que está revoltado. “Essa obra, aqui, está com seis meses que começou, e até agora, nada. Aqui a gente não vende nada, devido esse paredão na frente. O povo que passa aqui, passa com medo de ladrão, e a gente não tem resposta de ninguém, nem do prefeito e nem do responsável pelo obra“.

Aqui todo mundo está prejudicado, principalmente os pedestres, que circulavam por aqui, e, não estão mais circulando. A gente “tá” até com medo de está aqui, encurralado com essas tábuas, aqui.” Comentou o comerciante Sebastião.

Fonte: blog do Sandro vagner.

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